Democracia é participação política e representação social. Como podemos dizer, então, que exercemos
a plena democracia, se as mulheres, que são 51% da população e do eleitorado brasileiro, ocuparam
menos de 12% dos cargos políticos disputados.
Na sua jornada, muitas vezes tripla de trabalhadora, mãe e dona de casa , a mulher lida de perto com
todas as questões sociais brasileiras. A educação dos filhos, o orçamento para as compras do mês, os juros
das compras a prazo, a saúde, a preocupação com a violência, o desemprego próprio, do marido, do filho,
do irmão... E, com sensibilidade e dedicação, elas vão encontrando as soluções para dar conta da vida.
É preciso fazer representar esse olhar feminino do mundo. É preciso fazer valer a experiência feminina
de gestão dos problemas cotidianos.
A presença das mulheres no espaço público tem quebrado preconceitos e promovido profundas mudan-
ças nas relações domésticas e sociais. É dessa forma que entendemos que as mulheres têm uma importante
contribuição para dar à política. Hoje, as mulheres representam metade do eleitorado no Brasil. Entretanto,
elas permanecem minoria absoluta no Parlamento, no Executivo e no Judiciário, apesar da existência de
cotas previstas.
As câmaras municipais, as prefeituras, os governos e as assembléias legislativas precisam da força e da
capacidade administrativa das nossas cidadãs. Não é mais possível que um mundo em que homens e
mulheres compartilham as responsabilidades, os custos e os benefícios da modernidade seja governado
apenas pelos homens. Por isso, mais do que um direito, garantir a presença da mulher na vida pública
política é um dever e um compromisso que a sociedade assume com o desenvolvimento social e com a
melhoria das condições de vida.
Hoje temos uma Presidenta, vamos tomar isto como exemplo para as eleições de 2012.
O MP Mulheres tem por finalidade desenvolver o potencial social, cultural, artístico e desportivo da criança, adolescente, mulher, família e idoso com recorte de gênero e étnico, buscando a cidadania e geração de renda.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Lugar de Mulher é na Política
História da participação das mulheres na política
Durante grande parte da História do Brasil, as mulheres não tiveram participação na política, pois a elas eram negados os principais direitos políticos como, por exemplo, votar e se candidatar. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto. Também puderam se candidatar a cargos políticos. Nas eleições de 1933, a doutora Carlota Prereira de Queirós foi eleita, tornando-se a primeira mulher deputada federal brasileira.
Principais conquistas das mulheres na política brasileira
- Em 1932, as mulheres brasileiras conquistam o direito de participar das eleições como eleitoras e candidatas.
- Em 1933, Carlota Prereira de Queirós tornou-se a primeira deputada federal brasileira
- Em 1979, Euníce Michiles tornou-se a primeira senadora do Brasil.
- Entre 24 de agosto de 1982 e 15 de março de 1985, o Brasil teve a primeira mulher ministra. Foi Esther de Figueiredo Ferraz, ocupando a pasta da Educação e Cultura.
- Em 1989, ocorre a primeira candidatura de uma mulher para a presidência da República. A candidata era Maria Pio de Abreu, do PN (Partido Nacional).
- Em 1995, Roseana Sarney tornou-se a primeira governadora brasileira.
- Em 31 de outubro de 2010, Dilma Rousseff (PT - Partido dos Trabalhadores) venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher presidente da República no Brasil
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
MP Mulheres: 5 Anos da Lei Maria da Penha
MP Mulheres: 5 Anos da Lei Maria da Penha: "Em agosto , a Lei 11.340/06 'Lei Maria da Penha' irá completar 5 anos de existência. A Lei Maria da Penha é uma conquista do Movimento de M..."
5 Anos da Lei Maria da Penha
Em agosto, a Lei 11.340/06 "Lei Maria da Penha" irá completar 5 anos de existência. A Lei Maria da Penha é uma conquista do Movimento de Mulheres e de todas e todos aqueles que defendem os direitos humanos. Com muito suor e luta, a Lei Maria da Penha foi criada. Porém, para a Lei virar realidade, é necessário que o Estado e principalmente, o Judiciário, forneça as condições
necessárias para a sua efetivação.
necessárias para a sua efetivação.
No Brasil, 10 mulheres são assassinadas por dia! A cada 24 segundos uma mulher é espancada! Se a Lei Maria da Penha fosse aplicada de verdade, teríamos evitado tantas mortes! Nós mulheres queremos uma vida sem violência! Exigimos que o Judiciário abrace a causa da violência doméstica! Mas essa luta não é só NOSSA, essa luta é de todos que desejam um Brasil mais justo!
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