sábado, 10 de dezembro de 2011

Convite

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MP Mulheres: Convite - Dia Mundial da Luta Contra a AIDS

MP Mulheres: Convite - Dia Mundial da Luta Contra a AIDS: Amigos e amigas - Iremos fazer uma Caminhada no dia Mundial da Luta Contra a AIDS em Nova Iguaçu - Concentração Praça Rui Barbosa às 14h00,...

Convite - Dia Mundial da Luta Contra a AIDS


Amigos e amigas - Iremos fazer uma Caminhada no dia Mundial da Luta Contra a AIDS em Nova Iguaçu - Concentração Praça Rui Barbosa às 14h00, venha Participe!

 
Quem Ama Abraça;
 
Thereza Cristina Santos
Diretora Presidente

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MP Mulheres: O GRANDE JUIZ GILMAR MENDES

MP Mulheres: O GRANDE JUIZ GILMAR MENDES: NDIGNAÇÃO COM A (IN)JUSTIÇA BRASILEIRA!!!! Foge do Brasil para o Líbano o médico condenado a 278 anos por violentar 37 mulheres. O mé...

O GRANDE JUIZ GILMAR MENDES

NDIGNAÇÃO COM A (IN)JUSTIÇA BRASILEIRA!!!!
Foge do Brasil para o Líbano o médico condenado a 278 anos por violentar 37 mulheres.
O médico Roger Abdelmassih, de 67 anos, já está no Líbano, segundo a Folha.
E por lá deve ficar porque tem origem libanesa e o Brasil não tem tratado de
extradição com o Líbano. E isso poderia ter sido evitado, caso o ministro
Gilmar Mendes não concedesse o habeas corpus que o tirou da cadeia.
O médico estava preso, aguardando recurso de sua defesa diante da sentença
que o condenou a 278 anos de cadeia por violentar 37 mulheres (suas
pacientes, o que agrava os crimes) entre 1995 e 2008. E aguardava preso
porque a Polícia Federal informou que ele tentava renovar seu passaporte. A
juíza Kenarik Boujikian Felippe determinou que ele fosse preso para evitar
sua fuga do país.
Seu advogado recorreu. Disse que Roger Abdelmassih não pretendia fugir do
país, só estaria renovando o passaporte...
Sem ao menos perguntar ao advogado por que um homem de 67 anos condenado a
278 anos de cadeia renovaria o passaporte (seria um novo Matusalém?), Gilmar
Mendes mandou soltar o passarinho, que agora vai passear sua impunidade no
exterior, até que a morte o separe da boa vida.
O que dirá Gilmar Mendes, o Simão Bacamarte do Judiciário, sobre seu habeas
corpus que possibilitou a fuga do criminoso?
Parabéns ao escritório de advocacia Márcio Thomas Bastos!!!! (que defendeu o safado!)

ESSA CAMBADA FAZ PARTE DO DESGOVERNO BRASILEIRO E TEM
POR FINALIDADE PROTEGER OS BANDIDOS DE TODAS AS ESPÉCIES . . .
VOCÊ TEM O DEVER CÍVICO DE DIVULGAR ESTA CANALHICE
PERPETRADA POR ESTE MINISTRO DO JUDICIÁRIO CONTRA O POVO BRASILEIRO.
  
 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

MP Mulheres: Busca da brasileira de conciliar profissão e famíl...

MP Mulheres: Busca da brasileira de conciliar profissão e famíl...: ( Folha de S.Paulo) Em sua coluna semanal no jornal Folha de S.Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) escreve sobre a mulher que tem a fam...

Busca da brasileira de conciliar profissão e família é missão impossível, escreve Marta Suplicy

(Folha de S.Paulo) Em sua coluna semanal no jornal Folha de S.Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) escreve sobre a mulher que tem a família como prioridade e, ao mesmo tempo, quer melhorar de vida, progredir, estudar, embelezar-se, consumir. "A brasileira tenta conciliar profissão e família numa missão impossível no mundo do trabalho e competitividade atual", afirma. Leia trechos abaixo:

"As mulheres são 99 milhões de pessoas no país. A renda daquelas que pertencem à classe C, cujas famílias recebem entre R$ 1.635 e R$ 5.450, equivale a 47% do total da renda da mulher brasileira."

"Essa mulher tem iniciativa, mais escolaridade do que o homem e, a partir dos 16 anos, cartão de crédito. Ela controla as despesas domésticas desde os gastos com roupas masculinas aos eletrônicos e automóvel, valoriza a família e 71% delas priorizam a educação dos filhos e a delas."

"O emprego formal fez a renda feminina saltar 68% entre 2002 e 2011, enquanto a masculina cresceu 43%. Os salários ainda são 30% menores. O desafio e o sonho continuam."

"Ela quer emprego, com chance de progredir e com a menor interferência possível na sua família. Vai ser complicado. Se você está o dia todo fora, a comida, a limpeza e o cansaço não serão iguais aos de quem fica em casa."

MP Mulheres: Renda cresce mais entre as mulheres, em especial a...

MP Mulheres: Renda cresce mais entre as mulheres, em especial a...: (O Globo) Em 5 anos, rendimento da mulher subiu 30,8%, enquanto o dos homens avançou 22,7%. Na classe C, a renda das mulheres subiu 48,7%. ...

Renda cresce mais entre as mulheres, em especial as da classe C

Reforma política para promover a igualdade, por Carmen Silva

(Carta Maior) Artigo de Carmen Silva, educadora representante do SOS Corpo - Instituto feminista para a Democracia e a Articulação de Mulheres Brasileiras na Plataforma dos Movimentos Sociais por Reforma do Sistema Político, destaca a importância de a sociedade pressionar o Congresso Nacional para ampliar a pauta sobre a reforma política, que tem tratado apenas da organização dos partidos e do processo eleitoral.     
Carmen Silva enfatiza a campanha de assinaturas liderada pelo Projeto de Iniciativa Popular por novas regras para plebiscitos e referendos, para o financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais, para eleição com voto em lista fechada composta com alternância de sexo, e pelo fim das coligações partidárias de ocasião, construídas para fins eleitorais e sem compromissos programáticos. Leia trechos do artigo:
"A Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político congrega diversas organizações da sociedade civil que lutam pelo aprofundamento da democracia brasileira considerando também a democratização da comunicação, do poder Judiciário, e dos instrumentos de democracia direta, participativa e representativa."

"No momento, por exemplo, está em questão uma reforma do sistema eleitoral, com possibilidades de impactar nas eleições de 2012. Ao mesmo tempo, está em discussão a regulação da Internet e, no Judiciário, a vigência da ‘lei da ficha limpa’, uma grande conquista do Movimento Contra Corrupção Eleitoral e da Plataforma (MCCE)."

"Em função desse contexto, essas duas articulações estão lançando a Proposta de Iniciativa Popular pela Reforma Política. Com essa Iniciativa, buscam promover debates na sociedade e coletar milhares de assinaturas para levar ao Congresso um projeto de lei voltado para fortalecer a democracia direta e alterar o sistema eleitoral. A ideia central é criar novas condições legais para favorecer a representatividade, a transparência e a ética na política."

Listas fechadas"Hoje, no Brasil, as mulheres são a maioria da população e são menos de 10% no Congresso Nacional. Para mudar esta situação, só mudando as regras do jogo. Por isso, a Iniciativa Popular defende que a lista seja fechada em encontro partidário e composta com a alternância de sexo, seguidamente um homem e uma mulher, e incluindo grupos que são minoria na representação política atual, como o povo negro, indígena, entre outros. Medidas semelhantes já foram adotadas em vários países e têm contribuído para democratização do parlamento."

MP Mulheres: Maioria dos miseráveis é negra, diz IBGE

MP Mulheres: Maioria dos miseráveis é negra, diz IBGE: (O Estado de S. Paulo) A maior parte dos 4,8 milhões que vivem em extrema miséria é de negros e crianças de até 14 anos de acordo com Censo...

Maioria dos miseráveis é negra, diz IBGE

(O Estado de S. Paulo) A maior parte dos 4,8 milhões que vivem em extrema miséria é de negros e crianças de até 14 anos de acordo com Censo do IBGE. Há uma grande diferença entre os miseráveis sem renda que vivem em áreas rurais ou de maioria indígena e aqueles que estão nos grandes centros urbanos e podem se integrar ao mercado de trabalho.

As maiores proporções de miseráveis sem renda própria estão concentradas em municípios do Maranhão e da região Norte, nos quais há numerosa população indígena.

perfilmiseraveis_ae_estadosp10092011Os números do Censo do IBGE mostram que, em Roraima, estado que detém a maior proporção de indígenas, 9% da população total é formada por pessoas que vivem em extrema pobreza e não dispõem de renda própria. No Maranhão, estado mais pobre do Brasil, 6,7% da população - um contingente de 438 mil pessoas - vive nessas condições.
"A população sem renda que está em áreas de população indígena e de maioria rural vive fora do circuito mercantil, está em outro sistema de produção. Nessas áreas o nível de monetarização é baixo e é preciso pensar alternativas para as pessoas sem renda, porque não basta conseguir um posto de trabalho. Elas trabalham muito, mas com produtividade baixa", argumenta a professora Lena Lavinas, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista no estudo da pobreza.
"Dentro da estratégia do Programa Brasil sem Miséria, no casos dos índios e dos quilombolas, é preciso pensar, além do benefício monetário, em acesso a saúde, a educação e também a terra, afirma o antropólogo Spensy Pimentel, do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo da Universidade de São Paulo (USP).
Lena Lavinas destaca que há uma grande diferença entre os miseráveis sem renda que vivem em áreas de maioria indígena e de extrema pobreza rural e aqueles que estão nas grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, e podem se integrar ao mercado de trabalho. "Uma coisa é fazer parte do mercado de trabalho e enfrentar problemas para conseguir emprego. Outra muito diferente é fazer parte de uma população que está distante desse mercado e não vai entrar nele", explica a professora.
Desigualdade racial extremaEnquanto o total de negros e pardos equivale a 50,7% da população brasileira, no universo dos miseráveis sem renda, eles representam 64,5%. Já a proporção de brancos, de 47,7% na população total, cai para 31,3% entre os miseráveis sem renda. Entre os indígenas a diferença também é grande. Os índios são 0,4% do total de brasileiros e 2,9% da população sem renda que vive em extrema pobreza.
Ações na área rural
Embora reconheça a necessidade de algum tipo de renda monetária para as famílias, a secretária extraordinária para Superação da Extrema Pobreza do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ana Fonseca, diz que, na área rural, além da ampliação do Bolsa Família, programa de transferência direta de renda, o Brasil sem Miséria prevê uma série de benefícios. Entre as ações que não envolvem repasse de dinheiro, estão construção de cisternas, assessoria técnica para agricultura familiar, distribuição de grãos para plantio e instalação de unidades de saúde.

MP Mulheres: Parceria do Projeto da Mancha Xavantes - DLIS com ...

MP Mulheres: Parceria do Projeto da Mancha Xavantes - DLIS com ...: A parceria do Projeto DLIS com o MP Mulheres na na Mancha Xavantes, proporcionou o destaque da luta das mulheres nesta sociedade moderna. E...

Parceria do Projeto da Mancha Xavantes - DLIS com o MP Mulheres


A parceria do Projeto DLIS com o MP Mulheres na na Mancha Xavantes, proporcionou o destaque da luta das mulheres nesta sociedade moderna. Em nossa história há uma lacuna referente às mulheres que ajudaram a construir esta Nação. Com a parceria temas como: Violência Doméstica e Familiar, Autonomia da Mulher no Mercado de Trabalho, através do Empreendedorismo e outros mais foram discutidos e desenvolvidos. Isto fez com que as mulheres da Mancha Xavantes entendessem que são protagonistas de suas histórias, que a invisibilidade de nós mulheres neste município e País terminou. Obrigada Fernanda, Luz Marina e Rosana, por todo o empenho e comprometimento, o Movimento de Mulheres de Belford Roxo e Baixada necessita de parcerias como esta.
Atenciosamente;
Thereza Cristina Santos - Dir. Presidenta do MP Mulheres  

terça-feira, 6 de setembro de 2011

MP Mulheres: Lugar de Mulher é na Política

MP Mulheres: Lugar de Mulher é na Política: A mulher brasileira tornou-se cidadã somente em 1932, quando adquiriu o direito de votar, e hoje o contingente feminino representa mais d...

Lugar de Mulher é na Política

A mulher brasileira tornou-se cidadã somente em 1932, quando adquiriu o direito de votar, e hoje o contingente feminino representa mais da metade do eleitorado. Esse número, no entanto, choca-se com o acanhado desempenho das mulheres nas últimas eleições. Foram eleitas[1] no País 317 prefeitas e 7.000 vereadoras, corresponde, respectivamente, a 5,7% e 11,61% dos eleitos,  isso considerando que desde 1995 vigora a lei que assegura uma cota mínima de participação de cada um dos sexos nas eleições proporcionais.
Essa quase inaptidão da mulher para participar da vida pública decorre, sem sombra de dúvida, tanto do pouco interesse dos homens em dividir o poder, como de alguns componentes de ordem cultural.
O ingresso da mulher no mercado de trabalho ocorreu com a Revolução Industrial, que buscou na mão-de-obra feminina a forma de baratear custos. A baixa auto-estima a fez aceitar remuneração inferior, ainda quando no desempenho da mesma função. Se tal fato levou a mulher para fora do lar, começando a contribuir para o sustento da família, os encargos domésticos continuaram sob sua exclusiva responsabilidade.
Assim, no limiar de uma nova era, é chegada a hora de poder-se afirmar, sem falso otimismo, que o século XXI será o século das mulheres. 
Mas não basta ser mulher para mudar a condição da mulher na política. É preciso que a política seja vista pela ótica da mulher. Só assim haverá uma inovação, e a participação feminina será uma conquista, não uma concessão.

MP Mulheres: Lugar de Mulher é na Política

MP Mulheres: Lugar de Mulher é na Política: Democracia é participação política e representação social. Como podemos dizer, então, que exercemos a plena democracia, se as mulheres, que...

Lugar de Mulher é na Política

Democracia é participação política e representação social. Como podemos dizer, então, que exercemos
a plena democracia, se as mulheres, que são 51% da população e do eleitorado brasileiro, ocuparam
menos de 12% dos cargos políticos disputados.
Na sua jornada, muitas vezes tripla – de trabalhadora, mãe e dona de casa –, a mulher lida de perto com
todas as questões sociais brasileiras. A educação dos filhos, o orçamento para as compras do mês, os juros
das compras a prazo, a saúde, a preocupação com a violência, o desemprego próprio, do marido, do filho,
do irmão... E, com sensibilidade e dedicação, elas vão encontrando as soluções para dar conta da vida.
É preciso fazer representar esse olhar feminino do mundo. É preciso fazer valer a experiência feminina
de gestão dos problemas cotidianos.
A presença das mulheres no espaço público tem quebrado preconceitos e promovido profundas mudan-
ças nas relações domésticas e sociais. É dessa forma que entendemos que as mulheres têm uma importante
contribuição para dar à política. Hoje, as mulheres representam metade do eleitorado no Brasil. Entretanto,
elas permanecem  minoria absoluta no Parlamento, no Executivo e no Judiciário, apesar da existência de
cotas previstas.
As câmaras municipais, as prefeituras, os governos e as assembléias legislativas precisam da força e da
capacidade administrativa das nossas cidadãs. Não é mais possível que um mundo em que homens e
mulheres compartilham as responsabilidades, os custos e os benefícios da modernidade seja governado
apenas pelos homens. Por isso, mais do que um direito, garantir a presença da mulher na vida pública
política é um dever e um compromisso que a sociedade assume com o desenvolvimento social e com a
melhoria das condições de vida.
Hoje temos uma Presidenta, vamos tomar isto como exemplo para as eleições de 2012.

Lugar de Mulher é na Política


História da participação das mulheres na política
Durante grande parte da História do Brasil, as mulheres não tiveram participação na política, pois a elas eram negados os principais direitos políticos como, por exemplo, votar e se candidatar. Somente em 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, as mulheres conquistaram o direito do voto. Também puderam se candidatar a cargos políticos. Nas eleições de 1933, a doutora Carlota Prereira de Queirós foi eleita, tornando-se a primeira mulher deputada federal brasileira.
Principais conquistas das mulheres na política brasileira
- Em 1932, as mulheres brasileiras conquistam o direito de participar das eleições como eleitoras e candidatas.
- Em 1933, Carlota Prereira de Queirós tornou-se a primeira deputada federal brasileira
- Em 1979, Euníce Michiles tornou-se a primeira senadora do Brasil.
- Entre 24 de agosto de 1982 e 15 de março de 1985, o Brasil teve a primeira mulher ministra. Foi Esther de Figueiredo Ferraz, ocupando a pasta da Educação e Cultura.
- Em 1989, ocorre a primeira candidatura de uma mulher para a presidência da República. A candidata era Maria Pio de Abreu, do PN (Partido Nacional).
- Em 1995, Roseana Sarney tornou-se a primeira governadora brasileira.
- Em 31 de outubro de 2010, Dilma Rousseff (PT - Partido dos Trabalhadores) venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher presidente da República no Brasil

segunda-feira, 25 de julho de 2011

MP Mulheres: 5 Anos da Lei Maria da Penha

MP Mulheres: 5 Anos da Lei Maria da Penha: "Em agosto , a Lei 11.340/06 'Lei Maria da Penha' irá completar 5 anos de existência. A Lei Maria da Penha é uma conquista do Movimento de M..."

5 Anos da Lei Maria da Penha

Em agosto, a Lei  11.340/06 "Lei Maria da Penha" irá completar 5 anos de existência. A Lei Maria da Penha é uma conquista do Movimento de Mulheres e de todas e todos aqueles que defendem os direitos humanos. Com muito suor e luta, a Lei Maria da Penha foi criada. Porém, para a Lei virar realidade, é necessário que o Estado e principalmente, o Judiciário,  forneça as condições
necessárias para a sua efetivação.

 No Brasil, 10 mulheres são assassinadas por dia! A cada 24 segundos uma mulher é espancada! Se a Lei Maria da Penha fosse aplicada de verdade, teríamos evitado tantas mortes! Nós mulheres queremos uma vida sem violência! Exigimos que o Judiciário abrace a causa da violência doméstica! Mas essa luta não é só NOSSA, essa luta é de todos que desejam um Brasil mais justo!

REPASSEM esta mensagem Companheiras e companheiros

MP Mulheres em Movimento

25 de julho


Repassando;

domingo, 3 de julho de 2011

MP Mulheres: PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA HISTÓRIA DO PAÍS

MP Mulheres: PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA HISTÓRIA DO PAÍS: "Nós mulheres desde o início da colonização do País, fizemos história, mesmo tendo poucos registros da participação feminina no processo de c..."

PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA HISTÓRIA DO PAÍS

Nós mulheres desde o início da colonização do País, fizemos história, mesmo tendo poucos registros da participação feminina no processo de colonização do Brasil. Como é difícil coletar as referências sobre as filhas da terra que aqui viviam, quando chegaram os primeiros colonizadores.
Quem foram às índias, as européias e africanas que ajudaram a construir esta Nação na época da colonização? Os livros de história não retratam sobre o papel fundamental das mulheres na história do país. Porque só século depois se vem átona as mulheres consideradas mães do povo Brasileiro, mulheres como as índias Bartira, Paraguaçu e Arco-Verde e as outras onde estão? As chamadas órfãs da rainha, meninas européias, que chegaram ao Brasil, em 1551, para dar início ao processo de colonização portuguesa. E devemos lembrar e homenagear, a força e a coragem das mulheres africanas, que foram obrigadas a atravessar o Atlântico, para fazerem parte de uma historia vergonhosa de escravidão, foram sujeitadas a um cotidiano, em condições desumanas, submetidas ao trabalho escravo, as chibatas e ao tronco! 

Neste contexto de invisibilidade da mulher na colonização do País, podemos ressaltar o diferencial da colonização da Baixada Fluminense no Rio de Janeiro, no início do século XVII, que tinha como destaque o crescimento significativo dos Cristãos Novos, uma sociedade que tinha por característica a cultura matriarcal.

As Mulheres brasileiras, no século XIX fizeram grandes transformações para época, transformando o seu destino e de seus filhos, temos como exemplo a conquista das mulheres à educação de qualidade e o acesso ao ensino superior. Estas novas conquistas fazem com que as letras, os sonhos e as realidades destas mulheres ultrapassem os limites do diário, dando destaque a mulheres como: Nísia Floresta e Maria Firmina dos Reis.  

A nossa participação na construção da história é continua; a Proclamação da República, a Proclamação da Constituição de 1891 e a chegada do século XX deram as mulheres que formavam este País, força para conquistarem seu espaço em um mundo Patriarcal, elas proclamavam seus direitos à cidadania, e isto se refletia em levantes em prol do voto feminino. Como exemplo é necessário citar Leolinda Daltro e Bertha Lutz, que independente da cultura machista de nosso país mobilizaram centenas de pessoas em torno de encontros e seminários, tendo sempre como tema os direitos das mulheres.
Em 1927 o Movimento Sufragista, demonstra o seu amadurecimento, com a habilidade política e sua capacidade de articulação, promovendo com isto várias alianças com diversos seguimentos da sociedade, devido a isto finalmente as Sufragistas conquistam no Rio Grande do Norte o direito ao voto para as Potiguaras. Durante este processo ainda no Rio Grande do Norte, mais precisamente na cidade de Lage, o Brasil e a América Latina conquistam sua Primeira Prefeita, Alzira Soriano. As militantes brasileiras, espalhadas por toda a Noção, vão conquistando espaço, respaldadas pela Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, Instituição fundada em 1922 no Rio de Janeiro, finalmente em 1932 todas nós conquistamos o direito ao voto.  
O direito ao voto nos deu mais força, para retorna a antigas batalhas, sobretudo referente a maior espaço e igualdade de direitos no mercado de trabalho, tivemos várias vitórias nas urnas, apesar da ditadura Vargas ou devido a ela.
Nossa historia é reconhecida a partir deste momento, por mais que os valores machistas desta sociedade tentassem colocar nós mulheres em baixo do tapete, por trás das paredes como simples coadjuvantes da história desta Nação, estas conquistas mudaram atitudes, pensamentos e constatou-se que não havia mais retorno, nós nos tornamos donas de nossos destinos. 
O século XX foi testemunha de grandes mudanças na sociedade brasileira como a participação das mulheres nas greves operárias, o surgimento da pílula anticoncepcional, e este surgimento dá mais força, para discutir velhos tabus sociais, lutando com isto pela liberdade sexual e dos direitos da mulher, por mais espaço no campo profissional e político. Em meio a tantas bandeiras ocorre o Golpe Militar de 64 e mais uma vez as mulheres entram em uma luta, que tem por objetivo vencer a repressão, as prisões, as cassações, torturas e o nosso anonimato. Um Período de terror no País. Por isto é com propriedade que afirmo, que o século XX foi visto como o século das mulheres, em meio a um Golpe militar em que os cidadãos perdem o direito a sua legitimidade, nós mulheres não recuamos e nos engajamos contra a ditadura militar em prol da Democracia e contra qualquer tipo de violência e o racismo.

Estivemos sempre presentes em todos os processos da história do País, mesmo que nossos nomes não sejam citados nos livros; nossas vitórias, alcançadas com muita luta demonstra ao longo da história e reafirma que as DESCENDENTES de Bartira, Paraguaçu, Arco-Verde, das órfãs da Rainha e das primeiras mulheres africanas a desembarcarem no Brasil, são parte da história desta Nação, são vozes que não se calam, nossa memória não se apaga, porque nossa história é forjada com suor, lacrimas e segue! 
Hoje, século XXI, nós mulheres mais uma vez surpreendemos! Nossas Universidades tem uma participação feminina extremamente expressiva, deixando de sutilezas somos maioria nas salas de aula, estamos conquistando espaços que eram catalogados como legitimamente masculino, entramos em um processo eleitoral extremamente importante e como reflexo de nossas conquistas tivemos não uma, mais duas pré-candidatas a Presidência da Republica, ambas protagonistas na historia do desenvolvimento do País. Como reflexo hoje temos uma Presidenta da República, a Excelentíssima Senhora Dilma Russeff, não há quem nos tire hoje ou amanhã dos livros de história.  Com tudo isto eu afirmo! Eu quero e devo construir com você, ou melhor, com cada senhora de seu destino à continuidade desta historia.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

MP Mulheres: PLANO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EM B...

MP Mulheres: PLANO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EM B...: "Companheir@s e Companheiros dos Movimentos Sociais, gostaria de informa-los, que o Município de Belford Roxo estara Construindo o Plano Mun..."

MP Mulheres: MP Mulheres: Violência Contra a Mulher: O que faze...

MP Mulheres: MP Mulheres: Violência Contra a Mulher: O que faze...: "MP Mulheres: Violência Contra a Mulher: O que fazer? Quais são... : 'Ao Denunciar seu Agressor Solicite: Ser acompanhada por um policial p..."

MP Mulheres: CURSO DE LIDERANÇA FEMININA-

MP Mulheres: CURSO DE LIDERANÇA FEMININA-: "Companheiras, quem estiver interessada em fazer este curso pode iniciar em 26/05. Em Belford Roxo, Xavantes - na Rua Taylor na Igreja São P..."

CURSO DE LIDERANÇA FEMININA-


Companheiras, quem estiver interessada em fazer este curso pode iniciar em 26/05. Em Belford Roxo, Xavantes - na Rua Taylor na Igreja São Pedro às 17h30

PLANO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES EM BELFORD ROXO

Companheir@s e Companheiros dos Movimentos Sociais, gostaria de informa-los, que o Município de Belford Roxo estara Construindo o Plano Municipal de Políticas Para as Mulheres em Belford
Roxo, com a participação do MP Mulheres e de váriadas Instituições que têm como Bandera o Movimento de Mulheres. Estaremos desenvolvendo os seguintes eixos:
  1. Autonomia Econômica e Igualdade no Mundo do Trabalho, com Inclusão Social;
  2. Educação Inclusiva, Não-Sexista, Não-Racista, Não-Homofóbica e Não-Lesbofóbica;
  3. Saúde da Mulher. Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos;
  4. Enfrentamento de todas as Formas de Violência Contra as Mulheres;
  5. Participação das Mulheres nos Espaços de Poder e Decisão;
  6. Desenvolvimento Sustentável no Meio Rural, Cidade Floresta, Com Garantia de Justiça Ambiental, Soberania e Segurança Alimentar;
  7. Direito à Terra, Moradia Digna e Infra-Estrutura Social Nos Meios Rural e Urbano, Considerando as Comunidades Tradicionais;
  8. Cultura, Comunicação e Mídias Igualitárias, Democráticas e Não Discriminatórias;
  9. Enfrentamento das Desigualdades Geracionais que Atingem as Mulheres, com Especial Atenção, Às Jovens e Idosas.
         
Estes eixos seram desenvolvimentos nos seguintes dias e locais:

Região Administrativa V -Lote XV  - 21 de maio de 2011 à 13h.


E. M São Pento  End.: Rua Mara s/n - Wona.
Região Administrativa IV - Parque São José - 28 de Maio de 2011 às 13h.
E. M. Adelina Purcino  End.: Rua Mara s/n - Parque São José  
Região Administrativa IIII - Nova Aurora - 04 de Junho de 2011 às 13h.


E. M. Waldomiro José Pereira End.: Alameda João Pinheiro Filho nº 100 - Shangri-lá
Região Administrativa II - Jardim Redentor  - 11 de Junho de 2011 às 13h
E. M. Blford Roxo End. : Itapuã s/n - Nova Esperança


Região Administrativa I - Areia Branca - 18 de Junho de 2011 às 13h.
E. M. Belford Roxo End.: Av. Amélia Rocha 281

quarta-feira, 27 de abril de 2011

MP Mulheres: Violência Contra a Mulher: O que fazer? Quais são...

MP Mulheres: Violência Contra a Mulher: O que fazer? Quais são...: "Ao Denunciar seu Agressor Solicite: Ser acompanhada por um policial para buscar seus bens pessoais; Que o agressor seja afastado do lar; ..."

Violência Contra a Mulher: O que fazer? Quais são os nossos Direitos?

Ao Denunciar seu Agressor Solicite:
  • Ser acompanhada por um policial para buscar seus bens pessoais;
  • Que o agressor seja afastado do lar;
  • Ser levada com seus dependentes para local seguro quando houver risco de morte;
  • A busca e apreensão de armas, que estejam na posse do agressor;
  • A suspensão e/ou restrição do porte de arma do agressor;
  • Que o agressor seja proibido de se aproximar da vitima, seus familiares, testemunhas e/ou se comunicar por qualquer meio;
  • A restrição ou suspensão das visitas aos filhos, a guarda provisória, bem como prestação de alimentos.

 Definição de Violência doméstica e familiar:

  1. Violência Física: agressão ao corpo por meio de socos, empurrões, chutes, mordidas ou pelo uso de armas;
  2. Violência Sexual: é aquela em que a mulher é obrigada a presenciar ou praticar relações sexuais não desejadas;
  3. Violência Psicológica: constrangimentos, humilhações feitas em público ou em casa, são condutas que abalam o emocional e a auto-estima;
  4. Violência Moral: ações que afetam a imagem da mulher diante da sociedade ou diminuem o conceito que ela tem de si mesma, com palavras ofensivas, xingamentos, etc;
  5. Violência Patrimonial: o quebra-quebra de moveis, eletrodoméstico ou objetos de casa, bem como o ato de reter ou destruir documentos pessoais.

sábado, 26 de março de 2011

MP Mulheres: O Mercado de Trabalho e a Participação das Mulhere...

MP Mulheres: O Mercado de Trabalho e a Participação das Mulhere...: "Devemos observar fatores, que influenciaram no processo de redefinição do papel e lugar da mulher na Sociedade. A atuação d..."

MP Mulheres: O Mercado de Trabalho e a Participação das Mulhere...

MP Mulheres: O Mercado de Trabalho e a Participação das Mulhere...: "Devemos observar fatores, que influenciaram no processo de redefinição do papel e lugar da mulher na Sociedade. A atuação d..."

O Mercado de Trabalho e a Participação das Mulheres

















Devemos observar fatores, que influenciaram no processo de redefinição do papel e lugar da mulher na Sociedade.

  • A atuação do Movimento de Mulheres multifacetado, de forma forte e precisa,
  •  O acesso fácil e rápido ao planejamento familiar, tendo a mulher a escolha de várias formas contraceptivas e
  • O crescimento da economia informal de forma global, influenciando a entrada maciça da mulher no Mercado de Trabalho remunerado.
 
      Porém é necessário observar que há outros fatores. A participação cada vez maior da mulher no Mercado de Trabalho remunerado foi, em parte, possível pelas transformações na estrutura da economia e do trabalho. Portanto, a Informalização, a Integração em Rede, a Globalização da economia e a Segmentação da Estrutura do Mercado de Trabalho por Gênero; Há outro fator a ser apontado, é a expansão da economia de Serviço.

      O Movimento de Mulheres e Feminista foi, e, é crucial para esta nova realidade, já que temos como meta, a maior participação da vida social. Para nós do Movimento de Mulheres, é necessário o fortalecimento das Ações de mobilização das mulheres, para que nossas conquistas e vitórias sejam plenas e alcançadas de formaq real nas Políticas Públicas. 

      Este espaço cada vez maior que temos no Mercado de Trabalho, não nos foi cedido, mas sim conquistado, ainda com várias lacunas.

      MP Mulheres: Mulheres quais os Direitos e Políticas Conquistada...

      MP Mulheres: Mulheres quais os Direitos e Políticas Conquistada...: "II Encontro do Fórum e do MP Mulheres -2009 Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher - DEAMs; Serviços de Orientação Psicossoci..."

      Mulheres quais os Direitos e Políticas Conquistadas?

      II Encontro do Fórum e do MP Mulheres -2009
      • Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher - DEAMs;
      • Serviços de Orientação Psicossocial e Jurídica;
      • Assistência Integral à Saúde da Mulher;
      • Pílula do dia Seguinte;
      • Planejamento Familiar pelo SUS;
      • Abrigos para Mulheres em Situação de Violência;
      • Prevenção e tratamento do câncer ginecológico;
      • Lei Maria da Penha;
      • Saúde das mulheres negras;
      • Interrupção da gravidez pelo SUS, nos casos de previstos em Lei;
      • Pré-natal e parto na mesma unidade de saúde;
      • Ações de combate à lesbofobia;
      • Licença Maternidade de 180 dias;
      • Mínimo de 30% de mulheres candidatas nos Partidos Políticos;
      • Saúde de adolescentes;
      • Parto humanizado;
      • Ações de combate ao racismo;
      • Prevenção de tratamento das DSTs e Aíds;
      • Creche.

      sexta-feira, 18 de março de 2011

      MP Mulheres: Direitos da Mulher

      MP Mulheres: Direitos da Mulher: "Direito à vida. Direito à liberdade e à segurança pessoal. Direito à igualdade e a estar livre de todas as formas de discriminação. Direito ..."

      Direitos da Mulher

      1. Direito à vida.
      2. Direito à liberdade e à segurança pessoal.
      3. Direito à igualdade e a estar livre de todas as formas de discriminação.
      4. Direito à liberdade de pensamento.
      5. Direito à informação e à educação.
      6. Direito à privacidade.
      7. Direito à saúde e à proteção desta.
      8. Direito a construir relacionamento conjugal e a planejar sua família.
      9. Direito a decidir ter ou não ter filhos e quando tê-los.
      10. Direito aos benefícios do progresso cientifíco.
      11. Direito à liberdade de reunião e participação política.
      12. Direito a não ser submetida a torturas e maltrato.

      SPM: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...

      SPM: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...: "Mulheres, ATENÇÃO!!!!!!!!! DECRETO DE 15 DE MARÇO DE 2011 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inc..."

      SPM: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...

      SPM: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...: "Mulheres, ATENÇÃO!!!!!!!!! DECRETO DE 15 DE MARÇO DE 2011 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inc..."

      MP Mulheres: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...

      MP Mulheres: Convocação para a III Conferência Nacional de Polí...: "Mulheres, ATENÇÃO!!!!!!!!! DECRETO DE 15 DE MARÇO DE 2011 A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inc..."

      Convocação para a III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres.

      Mulheres, ATENÇÃO!!!!!!!!!


      DECRETO DE 15 DE MARÇO DE 2011

      A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea "a", da Constituição,

      DECRETA:

      Art. 1o Fica convocada a III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, a ser realizada na cidade de Brasília, Distrito Federal, no período de 12 a 14 de dezembro de 2011, sob a co- ordenação conjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República e do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, com o objetivo de discutir e elaborar propostas de políticas que contemplem a construção da igualdade de gênero, na perspectiva do fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das mulheres, e contribuam para a erradicação da pobreza extrema e para o exercício pleno da cidadania pelas mulheres brasileiras.

      Art. 2o A III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres adotará o seguinte temário:

      I - análise da realidade nacional social, econômica, política, cultural e dos desafios para a construção da igualdade de gênero; e

      II - avaliação e aprimoramento das ações e políticas que integram o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres e de- finição de prioridades.

      Art. 3o A III Conferência Nacional de Políticas para as Mu- lheres será presidida pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República e, em sua ausência ou impedimento, por sua Secretária-Adjunta.

      Art. 4o A titular da Secretaria de Políticas para Mulheres, da Presidência da República expedirá, mediante portaria, o regimento interno da III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, dispondo sobre a organização, o funcionamento e o procedimento a ser adotado para a escolha de seus delegados.

      Art. 5o As despesas com a organização e realização da III Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres correrão à conta das dotações orçamentárias da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República.

      Art. 6o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

      Brasília, 15 de março de 2011; 190o da Independência e 123o da República.

      DILMA ROUSSEFF

      Iriny Lopes


      Beijos;
       
      Thereza Cristina Santos
      Diretora Presidente
      Tel. (21) 9621-9157

      sexta-feira, 11 de março de 2011

      2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social

      Compartilhando


      2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social
      O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social (FMCJS), organismo ligado a
      Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz, da Conferência
      Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está promovendo o 2º Simpósio Nacional de
      Mudanças Climáticas e Justiça Social, que acontecerá no Centro de Formação
      Vicente Cañas, no Jardim Ingá (GO), de 14 a 16 de março.
      Segundo o sociólogo e coordenador do Fórum, Ivo Poletto, o objetivo do Simpósio
      é que os setores sociais (movimentos, organizações, sociedade em geral) e as
      Igrejas, mobilizados para influir nas políticas públicas, alcancem
      encaminhamentos concretos sobre a questão ambiental, fazendo frente às mudanças
      climáticas.
      “É o nosso objetivo também disseminar informações, gerar consciência crítica e
      mobilizar a sociedade civil visando contribuir para o enfrentamento das causas
      estruturais do aquecimento global que provoca mudanças climáticas em todo o
      planeta”, destacou o sociólogo.
      Está marcado para o último dia do Simpósio, um ato público, para o qual o FMCJS
      está convidando ministros de Estado e autoridades religiosas, para que, juntos,
      possam debater sobre perspectivas das políticas públicas sobre mudanças
      climáticas. Além disso, os participantes aprovarão uma carta-compromisso, em que
      se estabelecerão metas a serem cumpridas e ações concretas para combater o
      aquecimento global em território nacional. O local escolhido para o ato público
      foi o Centro Cultural de Brasília (CCB), que fica na 601 Norte, módulo B.
      O Simpósio tem o apoio do Fundo Nacional de Solidariedade, da Campanha da
      Fraternidade, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); do Conselho
      Indigenista Missionário (Cimi); da Misereor (instituição ligada à Igreja
      Católica da Alemanha); a Agência Católica para o Desenvolvimento Exterior
      (CAFOD); da DKA; da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE).
      Serviço
      2º Simpósio Nacional de Mudanças Climáticas e Justiça Social
      Quando:14 a 16 de março
      Onde:Centro de Formação Vicente Cañas, Luziânia (GO)
      Informações:
      Cleymenne Cerqueira – Cimi (61) 2106-1667/9979-7059 – imprensa@cimi.org.br
      Ricardo Piantino e Thays Puzzi – Cáritas Brasileira (61) 3214-5422/3214-5415
      Rodrigo Eneas – CNBB (61) 8409-1028 – imprensa2@cnbb.org.br

      Brasil é sétima economia do mundo, diz Mantega

      Segundo o ministro da Fazenda, considerando o poder de compra após o resultado do PIB, o Brasil superou a França e o Reino Unido
       
       
      O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira que o crescimento de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre, na comparação com o terceiro trimestre, indica que a economia não está superaquecida. “No quarto trimestre crescemos 0,7%, com uma despesa pública negativa em 0,3%. Isso indica que economia não está superaquecida e que a poupança de 2011 crescerá mais do que a de 2010”, destacou o ministro.
       
       
       
      No ano, o PIB teve expansão de 7,5%, na comparação com 2009, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “[O crescimento] de 7,5% é muito, mas é um momento excepcional por causa da crise, já estamos agora num patamar de 5% a 5,5%”, acrescentou Mantega.
       
       
       
       
       
      Segundo o ministro, o resultado de 2010 coloca o Brasil entre os cinco países que mais cresceram no período, ficando atrás da China, da Índia, da Argentina e da Turquia. “Se considerarmos o PIB a preços de paridade e poder de compra, em conta ainda não oficial, a ser feita pelo FMI [Fundo Monetário Internacional] ou pelo Banco Mundial, atingimos um PIB de R$ 3,6 trilhões, o que nos coloca em sétimo lugar, superando a França e o Reino Unido”, disse, em entrevista coletiva para comentar os números divulgados pelo IBGE.
       
       
      Em economia, a paridade do poder de compra ou paridade do poder aquisitivo é um método alternativo à taxa de câmbio para se calcular o potencial de compra de dois países. Esse mecanismo é utilizado para calcular quanto é que uma determinada moeda, como por exemplo o real ou o dólar, pode comprar em termos internacionais. Por esse parâmetro, uma mesma cesta de bens em países diferentes, por exemplo no Brasil e nos Estados Unidos, deve ter o mesmo preço quando medida na mesma moeda.
       
       
      O crescimento anual, segundo o IBGE, deve-se à baixa base de comparação no ano anterior, quando o PIB registrou queda de 0,6%, influenciado pelos efeitos da crise financeira internacional.
       
       
      O IBGE destacou que a formação bruta capital fixo cresceu 21,8%; o consumo das famílias, 7%; e o do governo, 3,3%. De acordo com o instituto, o PIB da indústria teve expansão de 10,1%, e o setor foi o ramo da economia que mais cresceu no ano passado. O PIB agrícola registrou elevação de 6,5% e o de serviços, de 5,4%
       
       
      O Produto Interno Bruto representa o total de riquezas produzidas no país e é usado para dimensionar o tamanho da economia nacional. Para calcular o PIB, o IBGE utiliza os resultados de pesquisas do próprio instituto ao longo do ano, em áreas como agricultura, indústria, construção civil e transporte.

      OPORTUNIDADES DE EMPREGOS

      Boa sorte!

      A Diretoria de Meio Ambiente e o Setor de Recursos Humanos da CMT
      Engenharia Ltda, empresa responsável pela execução e acompanhamento do
      projeto Básico Ambiental do Projeto de Integração do São Francisco com as
      Bacias do Nordeste Setentrional - Ministério da Integração Nacional, está
      mobilizando equipe para a elaboração de Planos de Conservação e Uso do
      Entorno e das Águas dos Reservatórios e de Planos Diretores Municipais,
      conforme previsto na Licença de Instalação do Projeto.

      Para este trabalho estamos contratando profissionais das áreas de
      Sociologia, Engenharia (Florestal, Sanitária e Infraestrutura), Geografia,
      Economia, Biologia (Flora, Fauna e Limnologia), Geologia, Estudos
      Socioeconômicos, Urbanismo, Aspectos Legais e Institucionais e Comunicação e
      ainda Técnicos em Geoprocessamento, Cadista e digitadores que desenvolverão
      trabalhar nos municípios dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio
      Grande do Norte, por um período estimado de 18 a 24 meses, e deverão residir
      em Pernambuco. O início dos trabalhos está previsto para começo do mês de
      abril/2011. Os salários mais ajuda de custo para profissionais de nível
      superior variam de R$ 5.280,00 a R$ 9.241,00 e para o nível técnico variam
      de R$ 634,00 a R$ 2.245,00.

      Os interessados deverão cadastrar seu currículo no site da empresa
      www.cmtengenharia.com.br

      Relatório mostra que discriminação contra minorias sexuais cresceu e se tornou mais violen

      Repassando

      Natasha Pitts
      Jornalista da Adital
      Adital
       
      A discriminação contra as minorias sexuais não só cresceu, mas se tornou mais violenta no ano de 2010. A informação consta no "IX Relatório Anual de Direitos Humanos da Diversidade Sexual do Chile”, apresentado nesta quarta-feira (9) pelo Movimento de Integração e Liberação Homossexual (Movilh). O informe mostra que a discriminação teve um aumento de 11% no ano passado. Apesar disso, também foram registrados 44 marcos e avanços históricos para os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.
      O número de casos de abuso e opressão denunciados em 2010 foi de 138, ou seja, 11% maior do que no ano passado. Este total representou um assassinato, cinco agressões físicas ou verbais vindas de civis, dois abusos policiais, nove abusos laborais e nove no âmbito educacional, 22 campanhas homofóbicas ou transfóbicas, quatro situações de exclusão institucional, 35 marginalizações ou obstáculos para o uso de espaços públicos ou privados, 11 atos de violência praticados por famílias, amigos ou vizinhos; 42 declarações contra a diversidade sexual e um evento contra a igualdade no campo da cultura, mídia e entretenimento.
      Pela segunda vez, as lésbicas foram as mais afetadas pela discriminação. 11% dos casos afetaram a elas, enquanto 10% afetaram a população gay e 4% dos casos registrados foram de abusos contra transexuais. A maior parte, 75% dos casos, prejudicou a diversidade sexual como um todo.
      De acordo com o relatório, além do aumento, os casos de discriminação no ambiente escolar, de trabalho e familiar se tornaram mais graves e violentos, pois as pessoas e instituições que agem contra a igualdade de direitos para as minorias sexuais "reagiram em cadeia contra os avanços a favor deste setor social”.
      De acordo com o relatório do Movilh, em campanhas discriminatórias e violentas as pessoas LGBT foram descritas como "perigosas, antinaturais, inadequadas, erradas, irracionais, anormais, pedófilas, desviadas, abomináveis, coisas raras, trágicas, sem sentido, libertinas, destrutivas, ingratas, defeituosas, entre outros adjetivos de repúdio.
      Apesar do crescimento das denúncias, de acordo com Rolando Jiménez, presidente do Movilh, o que aconteceu foi um aumento na força de reação dos que são contrários à igualdade de direitos para as minorias sexuais. "Apesar de tudo, o exposto não quer dizer que em nível cidadão e social a discriminação aumentou, pois as pesquisas indicam o contrário. O que acontece é que os mesmos setores de sempre se mobilizaram com mais força contra a igualdade, de maneira sistemática e arrancando mais vozes opositoras aos direitos de suas próprias fileiras”.
      O ano de 2010 não foi marcado apenas por fatos negativos, pois foram registrados 44 avanços históricos para os direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais. Um desses avanços foi protagonizado por Elías Bermúdez, um homem gay que ganhou a guarda do sobrinho de dois anos. Ainda no âmbito das decisões judiciais, o relatório do Movilh afirma que a verdade foi revelada no caso do incêndio ocorrido em 1993 na discoteca gay Divine, onde 16 pessoas foram mortas.
      No campo das políticas públicas, ganhou visibilidade a aprovação de uma Ordenança Municipal contra a discriminação em Puerto Montt e o lançamento de um Regulamento de Convivência Escolar do Ministério de Educação que aborda orientação sexual. Também foi comemorado o fato de que, pela primeira vez, um programa religioso foi multado pelo Conselho Nacional de Televisão (CNTV) por fazer declarações homofóbicas e transfóbicas.
      Por esta mistura de vitórias significativas ao mesmo tempo em que cresceram as denúncias de discriminação, 2010 foi considerado "o ano do caos”.
      IX Relatório Anual de Direitos Humanos da Diversidade Sexual do Chile no link:
      http://www.movilh.cl/documentacion/IX-Informe-anual-ddhh-2010-movilh.pdf